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Os norte-coreanos passam fome na Coreia do Norte?

A Coreia do norte vive em uma crise alimentar?

Bora lá que nós vamos construir o debate sobre essa questão, afinal é importante entendermos o contexto do período que vai ser abordado e principalmente o balanço daqueles anos até os dias de hoje.

Quando começamos a discutir sobre essa fome na Coreia do norte?

Se você esta familiarizado com a História da Coreia, você já deve ter compreendido com a pergunta que estamos falando sobre a grande fome dos anos 90, sim a “Gloriosa Árdua Marcha” que é como os coreanos do norte da Península chamam o momento histórico em que passaram por tamanhos desafios e dificuldades, porem suas conquistas alcançaram o resultado que ultrapassou completamente as expectativas dos mais otimistas no país.

Com o colapso do bloco soviético, muitos países deixaram de existir, outros foram formados pela primeira vez em séculos, todos os países que tinham acordos bilaterais com a Coreia do Norte basicamente sumiram.

E o que aconteceu então?

Além da crise econômica e de abastecimento, o Presidente do país, Kim Il Sung faleceu inesperadamente após um ataque cardíaco aos 82 anos, isso aconteceu em um memento muito importante para a liderança do país, pois iriam enfrentar a maior crise desde a guerra de libertação da pátria (1950–1953). E com o falecimento do Líder o país entrou em luto, seu espirito foi ao chão, os EUA aproveitaram para fazer um cerco militar e econômico na Coreia do norte, o país foi atingido por fortes secas, enchentes e tufões.

Por seu território ter menos de 20% de terras cultiváveis, um pouco de desastres naturais já é o bastante para gerar fortes crises no país, centenas de milhares de pessoas morreram no decorrer da Marcha Árdua, de fome, por falta de remédios, e outros problemas relacionados as sanções/restrições americanas que agravaram as crises.

Foi graças ao sacrifício de muitos coreanos como a Kim Ae Cha:

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Pode ser meio pesado ler uma experiência como a descrita pela Kim Ae Cha, mas é isso que acontece quando o imperialismo desembarca tropas no seu país, abre valas de 2 metros de altura de um comprimento infinito para enterrar os corpos das centenas de milhares de coreanos executados com balas na cabeça e pernas de braços amarrados com cordas.

Isso foi um dos inúmeros relatos do relatório do britânico Alan Winnington sobre assassinatos em massa e atrocidades nazistas perpetradas pelas forças dos EUA no país durante a Guerra da Coreia.

Recomendamos o artigo que traduzimos do relatório de Alan Winnington:

Isso além de deixar um país cortado pela metade e deixar a terra do norte completamente arrasada depois de mais de 635 mil toneladas de bombas jogadas na Coreia do Norte e mais de 3 milhões de mortos na península…


Recomendamos esse vídeo aqui da Árdua Marcha para entenderem bem o que se passou durante a grande fome e como o país socialista superou esses problemas.

O vídeo:

O Vídeo acima é essencial para se entender de forma ilustrada o que estava acontecendo na Coreia do Norte.

Esse gráfico abaixo representa a produção de grãos na Coreia do Norte:

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É importante ressaltar, que depois do colapso do bloco soviético e o cerco que o império americano realizou na Coreia do Norte, a RPDC então ficou impedida de importar produtos que eram muito importantes para a produção no campo como combustível para as maquinas e tratores, a sua produção agrícola que era excedente e era usada para exportação, se tornou deficitária muito rapidamente, e com isso afetando a vida de milhões de norte-coreanos.

Porem ainda temos dados interessantes dos dias de hoje:

A Coreia do norte tem uma produção agrícola superior à do Sul, embora o Sul tenha o dobro da população. O rendimento anual estimado da colheita da Coreia do norte para o ano de 2013 foi de 5.030.000 toneladas. O rendimento da safra de 2013 da safra do Sul foi de 4.833.148 toneladas. A autossuficiência de grãos do Norte é de 93,67%, enquanto a do Sul é de apenas 23,1%.

O consumo de alimentos per capita é de 174 kg no Norte e 126,7 kg no Sul.

A média per capita diária é de 476g no Norte e 347g no Sul.

De acordo com o relatório especial da FAO/PMA, o rendimento da safra da Coreia do Norte 2013–2014 (novembro a outubro) foi de 5,03 milhões de toneladas (grãos moídos). Por tipo de cultura, são 1,915 milhões toneladas de arroz branco, 2,247 milhões toneladas de milho, 105 mil toneladas de trigo/cevada, 66 mil toneladas de outros cereais, 501 mil toneladas de batata e 196 mil toneladas de soja.

Enquanto a produção total norte-coreana de acordo com a FAO/PMA é de 5,03 milhões de toneladas, a demanda total do país é de 5,37 milhões de toneladas. A Coreia do norte enfrenta uma escassez de safras, portanto, de 340 mil toneladas. A FAO/PMA afirma que a Coreia do Norte é capaz de compensar 300 mil toneladas de sua escassez por meio da importação e, portanto, requer 40 mil toneladas de ajuda internacional.

As estimativas da safra agrícola da Coreia do Norte 2013/2014 revelam que o país se recuperou do período de Árdua Marcha da década de 1990 e início de 2000, Segundo as estimativas da FAO/PMA, a produção de colheitas alimentares da Coreia do norte aumentou de forma constante nos últimos anos, de 4,25 milhões de toneladas em 2010/2011 para 4,45 milhões de toneladas em 2011/2012, 4,844 milhões de toneladas em 2012/2013 e em 2016 de acordo com no relatório do Comitê de Coordenação Nacional do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Coreia do Norte (NCC) O rendimento do ano de 2016 foi de 6,6 milhões de toneladas, quase o triplo de seu recorde mais baixo de 2,6 milhões de toneladas em 1996 quando o país passava pela Gloriosa árdua marcha.

Na sua “Avaliação Internacional de Segurança Alimentar, 2014–2024”, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) estima a escassez de alimentos norte-coreana em 70 mil toneladas.

Também concluiu que a escassez na Coreia do norte — 1 milhão de toneladas em 2010, 810 mil toneladas em 2012 e 440 mil em 2013 — está evidentemente em forte declínio.

Ou seja, o país que sequer consegue vender areia por causa das sanções, está se mostrando completamente vitorioso e cada ano que passa e enchendo o coração do povo de orgulho e esperança.

A Coreia do sul produziu 6,99 milhões de toneladas de cultivos em 1985 e 6,2 milhões de toneladas em 2001. Porém, devido à liberalização do mercado e ajustes estruturais, a indústria agrícola da Coreia do Sul entrou em colapso, e seu rendimento anual caiu continuamente. De 5,55 milhões de toneladas em 2009, declinou para 4,83 milhões de toneladas em 2010, 4,77 milhões de toneladas em 2011 e 4,56 milhões de toneladas em 2012.

A safra da Coreia do Sul é extremamente insuficiente em relação à sua taxa de consumo. A demanda total do país a cada ano é de 20,8 milhões de toneladas, mas produz apenas 4.833.148 toneladas, de modo que requer 16 milhões de toneladas em importações estrangeiras. A autossuficiência de grãos da Coreia do sul, segundo o NSO, é de 23,1%, e também está em declínio — de 80,5% em 1970 para 43% em 1990 e 31,4% em 1998.

Se uma guerra estourar ou uma crise global impedir importações de alimentos, é a Coreia do sul — não a do Norte — a mais propensa a enfrentar uma crise alimentar que poderia levar à fome em massa.

O gráfico abaixo mostra os níveis de desnutrição crônicas agudas na Coreia do Norte:

– Desnutrição crônica (medida pela baixa estatura da criança para a idade)

– Desnutrição aguda (baixo peso em relação à altura)

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A Coreia do Norte tem mostrado resultados incríveis desde o fim da Árdua marcha, mesmo nos anos de 2003–2010 e 2015 a Coreia do Norte tenha sofrido por inúmeros desastres naturais, o Povo norte-coreano se mostra incrivelmente preparado para superar as dificuldades e ainda alcançar ótimos resultados;

Quais mudanças andam acontecendo por lá?

As notícias recentes dão conta de que cada vez mais fábricas e complexos agrícolas têm sido inauguradas, o que alivia a pressão que as restrições e sanções comerciais provocam.

além disso, a gente tem acompanhado a construção de estufas e pomares em grande escala, bem como complexos pecuários, além da expansão da indústria pesqueira, tudo com o objetivo de diversificar a dieta dos habitantes do país e melhorar a qualidade nutricional. Dessa forma, a crise alimentar outrora existente hoje em dia foi derrotada.

Apesar dessas indicações positivas, não se desconhece nem se nega que a Coreia do Norte requer apoio contínuo da comunidade internacional no que diz respeito à desnutrição de parcela da população (em torno de 40% segundo a FAO — Food and Agriculture Organization).

Aqui, em termos gerais, é preciso entender desnutrição como deficiência básica de calorias, proteínas, vitaminas, minerais e não fome propriamente dita. Recorda-se que esses desafios são agravados por desastres relacionados ao clima e pelo já mencionado bloqueio econômico sofrido pela nação.

Frisa-se que os dados acima são oriundos da Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO), como também do próprio World Food Programme (WFP).

A Missão de Avaliação das Culturas e do Abastecimento Alimentar da FAO/PMA (CFSAM), que produz o relatório especial, visitou 51 cooperativas em 27 distritos em uma missão de averiguação na Coreia do Norte de 27 de setembro a 11 de outubro de 2013. Por meio de visitas in loco, a CFSAM verificou a queda do rendimento da safra no país em 2013 e fez projeções para sua produção agrícola no inverno/primavera de 2014 a fim de elaborar e divulgar estimativas sobre o rendimento da safra norte-coreano entre 2013 e 2014 (novembro a outubro).

O gráfico abaixo mostra o declínio de ajudas internacionais à RPDC

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O Gráfico abaixo mostra a taxa de mortalidade infantil a cada 1000 recém-nascidos na Coreia do norte:

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Observamos no gráfico que a taxa da Coreia do norte é muito menor do que a média mundial como também de países de baixa renda onde se encaixa a própria coreia do norte.

O Gráfico mostra também que as taxas eram mais próximas dos países do Leste Asiático e Pacífico, incluindo os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento na Ásia Oriental.

Com esse gráfico, é notável que a Coreia do Norte não passa por uma crise extraordinária de alimentação, pois a taxa de mortalidade de bebês aumenta nos países em que as mães não conseguem ter uma alimentação adequada e portanto podem sofrem de desnutrição de algum nível. E isso atrapalha no desenvolvimento do feto consequentemente aumenta a taxa de mortes nas gestações, países que sofrem de fome, os gráficos são evidentemente agravados.

Mas hoje em dia não só não é agravado como é um exemplo, com números próximos de países economicamente muito superiores.

Esse grafico é sobre a mortalidade infantil de crianças até 5 anos.

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Esse gráfico nos ajuda a compreender como está indo a fome no país, a Coreia do norte no gráfico sua média fica muito abaixo da média mundial e de países com um índice semelhante economicamente, porem seus números chegam perto da média dos países desenvolvidos ou em desenvolvimento.

E antes dos problemas dos anos 90, notamos que a Coreia do Norte tinha uma das menores taxas do mundo em mortalidade infantil de crianças de até 5 anos.

Chega a ser surpreendente, não?

Isso mais que evidencia que não existe uma miséria na Coreia do Norte, pois um país pobre e de baixa renda ter uma média tão boa, enquanto países com a mesma economia estão atingindo 100 mortos a cada 1000. Isso mostra que o desenvolvimento do país diante sua realidade é realmente surpreendente.

O Gráfico abaixo demonstra que a taxa de mortalidade materna na Coreia do Norte:

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No gráfico, conseguimos notar que a taxa é bem menor do que a média no mundo e esta em um nível semelhante a países da região que são desenvolvidos ou estão em desenvolvimento.

Porem países classificados como de baixa renda estão com um numero de mortalidade materna altíssimo em comparação com a Coreia do Norte, isso mais que evidencia que a Coreia do Norte em comparação com países no seu mesmo nível econômico, esta anos luz a frente em desenvolvimento e qualidade de vida. Isso se da pelo seu sistema socialista, por mais que seja o país mais sancionado do mundo e ainda esteja em guerra, tendo que dedicar uma enorme parte do seu PIB para o desenvolvimento militar, o mesmo consegue contornar tantas dificuldades e entregar o melhor para seu povo, tendo em vista sua situação.

E novamente nota-se que antes do período de crise nos anos 90, a Coreia do Norte tinha uma das menores taxas entre todos os seus vizinhos que na época já eram potencias econômicas em ascensão.

Esse outro grafico mostra a expectativa de vida dos Norte-Coreanos até 2013

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Nesse gráfico, conseguimos observar que em 2013 a expectativa de vida dos norte-coreanos era de 70 anos, uma melhora considerável desde o período da árdua marcha que chegou a 65 anos, isso demonstra uma melhora significativa da qualidade de vida durante o período, porém é importante notar que a Coreia do Norte tendo um sistema socialista em 1990 tinha uma expectativa de vida do mesmo nível de países de desenvolvidos como Japão, Coreia do Sul e etc.

É muito importante reparar que mesmo abaixo da média mundial de expectativa de vida, os norte-coreanos vivem muito mais do que a média da população nos países pobres na Ásia e outros países classificados como de baixa renda. Isso mais que evidencia de que a Coreia do Norte não está passando por um momento ruim, tendo de enfrentar fogo e fúria, e sim colhendo os louros de um trabalho árduo na autossuficiência de sua nação.

E fiquemos atentos sobre o fato de que em economias semelhantes, os norte-coreanos vivem infinitamente melhor em relação à média desses países, isso em uma realidade onde a própria geografia do país gera desafios para a autossuficiência. Mais de 80% do território no Norte da Coreia é montanhoso;

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Conclusão é que os Norte-Coreanos não passam fome hoje.

E estão tendo um desenvolvimento inimaginável para um país que sequer consegue vender areia por causa das sanções.

Até os serviços médicos sofrem com as sanções…


Como é a distribuição dos alimentos para os trabalhadores no campo?


Fechamos um Bloco importante de tópicos dentro desse artigo.

Sobre a narrativa que usam para atacar a Coreia do Norte sobre a fome na Coreia do Norte nas redes sociais no brasil.

Vamos ver se faz sentido?

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isso é verdade?

Evidentemente que não, infelizmente o nível do jornalismo esta completamente decadente e ansioso com os clicks durante nossa era digital do capitalismo, e por isso fazem artigos desse nível, onde parte da população não tem analise crítica e não tem costume de leitura, ou seja, leem apenas o título da matéria que além de ser um clickbait é falso e desinformativo.

o que está por de trás da matéria?

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FOME ATINGE 40% da população se transformou rapidamente em:

Problemas relacionados a desnutrição atingem 40% da população norte coreana.

Algo que já abordamos no começo desse artigo.

— Desnutrição crônica (medida pela baixa estatura da criança para a idade)

— Desnutrição aguda (baixo peso em relação à altura)

E isso está em declínio, mas a frase dá a entender para um público que não conhece a situação histórica, social e economia da Coreia do Norte, “atingir 40%” da a impressão que deve estar aumentando né? Mas isso é evidentemente falso.

E em termos gerais, é preciso entender desnutrição como deficiência básica de calorias, proteínas, vitaminas, minerais e não fome propriamente dita.

O Material do G1 abusa da ignorância da população sobre esse tema, usando de “desnutrição” e fazendo publico presumir que é fome com um titulo completamente falso. Uma pessoa pode sofrer de desnutrição e estar obesa ao mesmo tempo, isso se dá a péssima alimentação, que pode ter relação a maus hábitos ou problemas socioeconômicos.

Mas no geral isso é usado para desinformar, isso sendo transmitido pelo maior meio de comunicação do brasil.

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Isso é completamente falso, conforme relatado pela UNICEF em 2012, não existia mais uma emergência alimentar e de saúde humanitária na Coreia do norte, não é crítica e estava melhorando bastante conforme vemos nos próprios dados apresentados nesse artigo.

Qual o interesse de Herve Verhoosel em tamanho sensacionalismo?

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Depois de usarem tanta munição dentro dos monopólios de mídia para transmitir falsas informações, seja meia verdades ou informações propriamente erradas.

Bem… já vimos nesse artigo que a polemica da fome na Coreia do Norte não passa de uma fantasia anti-comunista.

Isso não é descartar que a Coreia do Norte passou por um problema grave do tipo, e nem que ele ainda não foi completamente superado, mas é uma fantasia quando projetamos esse pesadelo insuperável em um país com tamanhas conquistas sob tais circunstâncias de guerra e sanções, enquanto nossos vizinhos do primeiro mundo capitalista são devorados pela pobreza e a fome…

Mais de 42 milhões de pessoas nos Estados Unidos passam por problemas alimentares fortes/fome. Quem fornece esse dado alarmante é o instituto Feeding America, segundo o qual quase um em cada sete cidadãos americanos sofre de graves problemas de desnutrição. E desnutrição na periferia de um país capitalista é propriamente fome mesmo, porque a pessoa indo no mercado encontra todo tipo de alimento, o país não sofre sanções…

Segundo recentes estatísticas publicadas pelo Departamento de Agricultura dos EUA, 15,8 milhões de famílias estadunidenses — 12,7 por cento do total — em algum momento do ano passado não tiveram alimento suficiente para sua alimentação. Isso é evidentemente muito mais grave do que na Coreia do Norte, algo que esta sempre indo e voltando por causa do sistema desigual capitalista que necessita de uma periferia empobrecida, morando na rua e passando fome. isso mantem uma corrente no pescoço do trabalhador que se ele vacilar com o sistema rapidinho o banco expulsa ele da casa que ele ainda não pagou.

Todo esse problema não acontece na Coreia do Norte, os desafios que eles enfrentam são outros, como potencias imperialistas e suas sanções ou até mesmo a força da natureza.

Só nesse ano de 2020, a Coreia do norte sofreu com 5 tufões, enchentes que destruíram vilas e inúmeras plantações, mas isso está muito longe de parar o saldo positivo na melhoria de vida significativa do povo coreano anualmente. Além disso, entregaram inúmeras casas novas ao povo afetado pelas enchentes, eles não esperaram mais de um mês após os desastres para conseguirem ter um teto novamente.

Essa foi uma das inúmeras regiões que o governo entregou casas novas ao povo.

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E você sabia que tudo isso é entregue de forma completamente gratuita?

As moradias são gratuitas na Coreia do norte, todos tem o direito de ter um teto onde morar, e após seu casamento você pode solicitar uma casa ao governo.

Além disso, os impostos foram abolidos no ano de 1974, a Coreia do norte é o único país sem impostos.

Além disso existem outros serviços gratuitos na Coreia do Norte:

  • Ensino em todos os níveis
  • Atendimento médico
  • Transporte público
  • O excedente da comida da produção do país é distribuída de forma gratuita.
  • Materiais Escolares
  • e etc!!

E com seu salario você pode gastar com mais comida se necessitar, com eletrodomésticos e etc…

Bônus: o Estado entregando comida gratuitamente após a colheita exceder as metas de produção e armazenamento.

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Parte do artigo, a que se refere com os números das produções de grãos em comparação entre a Coreia do Sul e a Coreia do Norte foram tiradas do artigo da Revista Opera sobre o tema:

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