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Trabalhadores sul-coreanos continuam unidos em protesto contra Yoon Sok Yeol

Pyongyang, 19 de julho (ACNC) – Continua em toda a região do Sul a luta de diferentes círculos para expulsar a todo custo do poder o traidor Yoon Sok Yeol, maníaco de guerra que vende às forças estrangeiras a soberania, a economia, a paz, os direitos humanos e tudo o que for possível definindo como “inimiga” a população.

No dia 15, teve lugar um comício massivo com o tema “Abaixo o poder de Yoon Sok Yeol que não nos deixa viver!”.

Dezenas de milhares de operários e cidadãos se reuniram no comício realizado em Seul sob os auspícios da “Direção do Movimento pela Renúncia do governo de Yoon Sok Yeol”, composta por 43 entidades civis e sociais, inclusive a Confederação de Sindicatos Sul-Coreanos (CSS).

As filiais por profissões da CSS, a federação de sindicatos de metalurgia, o Movimento com Velas e outras agrupações realizaram em diferentes lugares de Seul os atos prévios de juramento onde declararam lutar até que seja deposto o traidor.

Os oradores nas ocasiões disseram que são inúmeros os crimes de Yoon, que tenta matar até as crianças agoraexercendo a ameaça nuclear junto com as forças estrangeiras.

Exortaram a lutar até que se deponha Yoon, em defesa da vida e da história e do futuro da população infantil.

Em Seul, teve lugar o comício conjunto das sucursais da CSS, da federação de sindicatos de metalurgia e da Confederação das Sociedades dos Camponeses, etc.

Os participantes condenaram que durante um ano de mandato do “governo” de Yoon, deram-se à falência a vida populacional, o trabalho, os direitos humanos e a paz.

Yoon empreende viagem à prisão por esquecer a lição da história — advertiram e chamaram a derrubá-lo com a força unida de toda a população como operários, camponeses, pobres e cidadãos com velas na mão.

Na ocasião se deu leitura à nota de juramento comum.

O texto revelou que devido à política hostil ao Norte praticada pelo “governo” de Yoon, romperam-se completamente as relações Sul-Norte enquanto a paz da Península Coreana se vê ameaçada mais que nunca e a crise de guerra se torna cada vez mais grave.

Prosseguiu que se somam muito mais cidadãos à luta pela deposição do “governo” atual, que acaba com a vida populacional, a operária, os direitos humanos, a democracia e a paz, e o julgarão sem falta.

Nesse dia, foi publicada a declaração sobre a situação das entidades de vários setores e convocados os comícios em todas as localidades.

Os oradores nas ocasiões denunciaram o expediente criminal do traidor e chamaram a todos os setores a tomar parte na luta por sua saída do poder.

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