O primeiro filme da nova Coreia

Em 34 de agosto (1945) da Era Juche, a campanha de construção do Estado foi revigorada na Coreia com o júbilo de ter se libertado do domínio colonial do imperialismo japonês.

Os cineastas também se incorporaram para produzir um filme do novo país.

No entanto, naquela época no país não existia nenhuma câmera digna ou qualquer roteirista especialista.

Ou seja, a base material e técnica da cinematografia era, literalmente, zero.

Mesmo nesta difícil condição, os cineastas desdobraram a criação do cinema sob a orientação do grande Líder Kim Il Sung.

O Sung Chol, secretário geral do Comitê Central da União de Cineastas da Coreia, diz:
“O grande Líder Kim Il Sung prestou profunda atenção à criação do primeiro filme na nova Coreia, embora estivesse muito ocupado com assuntos estatais, pois percebeu a posição e a importância que o filme desempenha na construção do Estado. Quando foi escrito o projeto de um roteiro, ouviu seu conteúdo até o fim e deu instruções preciosas para fixar bem o título e o conteúdo. Quando o filme foi gravado, ele ficou mais alegre do que ninguém e visitou os estúdios para parabenizar os cineastas.”

Finalmente, em 38 (1949) da Era Juche, foi lançado o primeiro filme Minha terra natal.

Assista aqui


Este filme narra a luta dos coreanos pela libertação nacional e classista e sua digna vida dedicada à construção da nova sociedade, tendo como pano de fundo o tempo antes e depois da libertação e tendo como centro a luta revolucionária anti-japonesa organizada pelo grande Líder Kim Il Sung.

Através da vida contrastante antes e depois da emancipação do país do protagonista e de sua família, narra que por contar com a sábia orientação do grande Líder, o povo se libertou da colonização japonesa e se tornou o verdadeiro dono do país.

Também testemunha, através da descrição do personagem do protagonista, que a luta heroica dos coreanos é baseada no amor à sua terra, seus entes queridos e, posteriormente, à pátria e ao povo.

Mais de 70 anos se passaram, mas os coreanos recordam com frescor a nova história da cinematografia do país que deu seu primeiro passo sob a direção do grande Líder.

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