Discurso de Kim Jong Un no Balanço Nacional do Trabalho Antiepidêmico de Emergência

Pyongyang, 12 de agosto (ACNC) — O estimado camarada Kim Jong Un proferiu, no dia 10 de agosto de 111 da era Juche (2022), no Balanço Nacional do Trabalho Antiepidêmico de Emergência um discurso intitulado “Garantamos mais fidedignamente a segurança do Estado e do povo consolidando a vitória na guerra contra a epidemia”.

O texto completo do discurso segue:

Trabalhadores do setor antiepidêmico e de saúde de todo o país,

Delegados do Partido e oficiais de unidades militares enviados para as fronteiras, a frente e as costas marítimas,

Dirigentes do comando, divisões, regimentos e batalhões de profilaxia de emergência estatal,

Voluntários que contribuíram para o trabalho antiepidêmico,

Queridos camaradas:

A tão árdua guerra contra a epidemia acaba de terminar e hoje declaramos finalmente a vitória nela.

Mais de cem dias transcorreram desde que a epidemia penetrou no território da República e 91 dias desde que, frente à rápida propagação da epidemia em todo o país, passamos o trabalho profilático do país para o sistema de emergência máxima.

Nesse período, todo o Partido, Estado e povo alcançaram ressonantes êxitos em um afã de superar a dura crise com inabalável vontade e heroicos esforços e estabilizar e recuperar o estado antiepidêmico.

Partindo da avaliação da atual situação antiepidêmica e dos minuciosos dados de análise apresentados pelo setor de pesquisa científica, nosso Partido e governo chegaram à conclusão de que a crise da epidemia que ameaçava o país foi completamente suprimida.

De acordo com a análise da situação desde a ativação do sistema antiepidêmico de emergência máxima até o momento, o número diário de febricitantes, que chegava a centenas de milhares no início da propagação da epidemia, diminuiu em um mês para menos de 90.000 e, após manter essa tendência de forma prolongada, desde 29 de julho nenhum caso de febre suspeito foi reportado.

Neste período foi registrado um total de 74 mortos, índice muito baixo que pode ser qualificado como um milagre inédito na história sanitária mundial.

Durante doze dias consecutivos até a data de ontem não houve um único caso de contagiado em todo o país e já se passaram sete dias desde que foi reportado o último a se recuperar da doença.

Assim, foi alcançado o nosso objetivo da luta antiepidêmica de emergência para fazer o mais cedo possível do nosso um território limpo e livre do vírus maligno.

Foram preparadas as condições adequadas para prevenir em sua origem a repetição da epidemia no país, o que constitui uma forte base para nossa certeza do fim da crise epidêmica.

Em primeiro lugar, todos os últimos contagiados se recuperaram e apresentam negativo no teste de ácido nucleico, com o qual se eliminou totalmente no país a fonte de transmissão do novo coronavírus, implantou-se estritamente o ambiente de observação das normas antiepidêmicas em toda a sociedade e, ao intensificar-se o trabalho higiênico, obstruíram-se as diferentes vias de transmissão.

Outra prova convincente é ter impossibilitado a infiltração de todas as variantes do exterior ao comprovar científica e definitivamente a via pela qual entrou no país a variante BA.2 e, em conformidade, reforçar a sua intercepção, bloqueio e vigilância e redobrar a ordem de coleta, incineração, enterramento e outros tratamentos de resíduos imediatamente após a sua descoberta e garantir a segurança antiepidêmica das mercadorias importadas.

Nesse período, ficou evidente que todos os casos confirmados haviam sido contagiados por BA.2 e que nenhuma outra sub-variante se originou nem entrou no território.

Todos os fatos permitem confirmar com suficiência o fim da crise epidêmica no país.

Neste momento em que confirmamos com satisfação a estabilidade e a paz que nosso Estado e povo recuperaram finalmente após vencer a crise sanitária sem precedentes, declaro, em nome do Comitê Central do Partido e do Governo da República, que conquistamos a vitória na campanha antiepidêmica de emergência máxima destinada a erradicar o novo coronavírus que se infiltrou em nosso território e preservar a vida e a saúde do povo.

Ter preservado fidedignamente o bem-estar do Estado e do povo do pior perigo do setor público mundial que levou o mundo a uma catástrofe e ter superado em um período tão curto o desafio mais importante e ameaçador torna-se outra vitória contundente e um acontecimento histórico que voltou a demonstrar ao mundo a grande força de nosso Partido, Estado e povo.

Com relação a isso, nosso Partido e governo dispõem rebaixar a partir de hoje o nível antiepidêmico do sistema de emergência máxima posto em funcionamento em 12 de maio ao sistema normal de tensão e reforço.

Aproveito a oportunidade para felicitar calorosamente todo o povo e exército que, com a sua fé inabalável, grande perseverança e verdadeira unidade, souberam salvaguardar a estabilidade e a tranquilidade de todos e a saúde e o sorriso de nossas crianças entre a segurança e o perigo, a existência e a ruína, e concluir vitoriosamente esta guerra profilática.

Camaradas:

Não sei por que, mas neste momento de infinita alegria e orgulho evoco mais uma vez a indescritível pressão e responsabilidade que pesaram sobre mim até aqui.

91 dias não são um período longo em nossa trajetória de luta, mas cada um deles foi uma sucessão da tensões sufocantes que equivaliam a um ou dez anos e literalmente uma guerra severa.

Para ser sincero, fiquei confuso diante da realidade da penetração do vírus no país, que manteve a tranquilidade por mais de dois anos resistindo com tenacidade atrás da barreira antiepidêmica de emergência de classe supraespecial desde o início da pandemia.

Isso porque tinha um povo que devia defender incondicionalmente, mesmo que fosse ao risco da vida.

Esse povo, que me apoia nos momentos alegres e tristes, me estende a mão nas dificuldades, me empurra e levanta a cada momento, era para mim como o sangue e a carne que não podia nem devia perder jamais.

A iminente crise, que aumentava com o súbito crescimento dos contagiados a centenas de milhares a cada dia, pairava perigosamente sobre o Estado, obrigando-o a redobrar ao máximo a vigilância e despejar esforços de vida ou morte e a prever até o pior cenário – do fim da existência do país.

O que fazer para vencer a guerra com o despótico vírus que atenta diretamente contra a segurança do Estado e a vida de dezenas de milhões de coreanos com uma frágil base antiepidêmica e sanitária e nula experiência a respeito, para trabalhar contra o tempo em uma tentativa de agilizar as instituições estatais carentes da mínima capacidade de reação e pô-las a cumprir com acerto suas funções e papel, e para reverter a dura crise que, como consequência, afetava o conjunto dos afazeres estatais e a vida da população? Esta pesada tarefa histórica foram como pedras de toque que voltariam a confirmar com rigor a capacidade de comando do Partido.

Contudo, diante dessa adversidade desconhecida, o Partido guardou no fundo do coração a infinita confiança do povo, manteve-se fiel à sua posição original como seu servo, consolidou a capacidade antiepidêmica do Estado mostrando sabiamente sua típica aptidão de direção política, resoluta e poderosa, e conduziu ao triunfo a luta contra o vírus.

Camaradas:

A sólida confiança entre o Partido e o povo operou um grande milagre.

Hoje declaramos vitória na guerra contra a epidemia e essa realidade inegável patenteia que nossa política e orientação de luta foram corretas.

Ou seja, nossa inestimável vitória é a da política do Partido, a da estratégia do Estado para responder à contingência, a da firmeza e unidade monolítica que caracterizam nosso povo e a da superioridade de nosso sistema socialista.

Isso posso confirmar com orgulho e confiança.

É um princípio de ação invariável do Partido colocar acima de tudo o povo e adotar e aplicar medidas políticas em sua posição e em defesa de seus interesses.

Assim que a epidemia se introduziu em nosso território, nosso Partido e governo puseram em marcha o sistema antiepidêmico de emergência máxima, tomando ao mesmo tempo as medidas mais pertinentes que fossem oportunas e que permitissem superar a crise, entre outras o manejo da situação do surgimento da epidemia, o desaparecimento dos agentes de sua transmissão e a estabilização da vida do povo.

Por mais correta que seja uma política, não podemos esperar dela um resultado satisfatório sem um alto nível de organização, concordância e esforço conscientes de todo o povo, fatores que garantem a devida execução dessa política.

Quando penso na vitória na guerra antiepidêmica, que não foi de forma alguma fácil de conquistar, primeiro vêm-me à mente os esforços do nosso povo que apoiou e simpatizou totalmente com a política do Partido e do Governo e os sustentou com a sua unidade monolítica.

Naquele incidente, que supôs uma perda colossal e em que o vírus maligno se infiltrou pela fenda de uma das muralhas erguidas uma após a outra nas quatro direções e ia se espalhando no território, o imperativo mais urgente era conter e controlar com estabilidade a difusão epidêmica e restabelecer com prontidão os contagiados, suprimindo o quanto antes a origem da transmissão da doença.

Daí que nos vimos na necessidade de aplicar com rigor o bloqueio zonal e o isolamento de unidades em todo o país, impulsionando ao mesmo tempo a rigorosa checagem médica coletiva com vistas a detectar, colocar em quarentena e submeter ao tratamento todos os febricitantes.

Isso implicava multiplicar as dificuldades nas tarefas públicas e na vida de cada família e cidadão devido à proibição de viagens e outros deslocamentos não em uma parte ou em algumas regiões do país, mas em todo o território nacional, e à custa da destruição do trabalho e outras atividades regulares.

No entanto, nosso povo deu um bom exemplo: aceitou todas as normas e indicações referentes ao trabalho antiepidêmico como propósito do Partido, considerou-as como um dever em favor de sua pátria, de sua família e de si mesmo, observou-as de forma voluntária e conscienciosa e as cumpriu incondicionalmente.

Com muito prazer relegaram ao segundo plano os assuntos individuais e domésticos e exibiram com nitidez sua característica firmeza, sem um segundo de vacilação, debilidade, pessimismo e medo e cheios de fé e otimismo na vitória.

A fim de salvá-lo com maior rapidez das garras do mal, o Partido e o Governo realizaram como prioridade mais urgente a tarefa de liberar a reserva de medicamentos do Estado e fornecê-los ao país inteiro até que estivessem ao alcance de todos os febricitantes, assim como estabelecer e aplicar táticas e métodos científicos de tratamento.

Como resultado, cinco dias após a ativação do sistema antiepidêmico de emergência máxima, já pudemos retornar à situação de estabilidade capaz de conter e administrar a expansão da epidemia em escala nacional e cantar com certeza a vitória na guerra.

Por outro lado, trabalhamos na coordenação ativa e racional da política e das diretrizes na mesma medida em que mudava a situação antiepidêmica, em um esforço para diminuir o desconforto e os sofrimentos das pessoas e mitigar suas consequências negativas sobre as atividades econômicas.

Com um olhar retrospectivo, podemos afirmar que ter feito ao mesmo tempo o bloqueio e a eliminação da epidemia, potencializado a medida da garantia e fornecimento de medicamentos a nível nacional, combinado o rigor e a cientificidade do trabalho antiepidêmico e ativar a medida de garantia da vida da população tiveram uma grande importância para minimizar os danos ocasionados pelo vírus e antecipar a grande vitória na guerra contra ele.

Mas ainda mais importante é o fato de que o senso de organização e a concordância voluntária, qualidades próprias de nosso povo, tornaram possível a execução cabal e o resultado perfeito da correta política e orientação do Partido e do Governo.

Não existe outro povo tão magnífico quanto o nosso na fé no Partido e no Governo, na compreensão da situação do país, na sinceridade para com o dever cívico e na paciência para vencer as provas.

É um notável milagre digno de ser registrado com letras maiúsculas na história sanitária mundial que em um país onde não se fez a vacinação nem uma só vez tenhamos superado em um prazo tão curto a expansão da epidemia que o assolava ferozmente, restabelecido a segurança antiepidêmica e voltado a converter o país em uma região limpa e livre do vírus.

Certamente, isso se torna uma grande vitória da política popular e científica ao nosso estilo e de todo um povo unido que se levantou em uníssono para colocá-la em prática.

Essa vitória também não pode ser concebida à margem da superioridade e do poderio que caracterizam nosso sistema socialista.

Ainda que em nosso país ocorra uma crise, contamos com uma força inesgotável capaz de neutralizá-lo categoricamente com a mobilização imediata de todo o país e do povo, porque este último, dono do Estado e da sociedade, está unido com uma mesma ideologia e vontade.

Todos os setores e unidades do país sustentam de forma incondicional as resoluções e instruções do Estado e alcançam a concordância de ação em uma ordem admirável, o que é a mais importante superioridade política e estrutural própria de nossa sociedade.

A isto se unem o espírito coletivista de “um por todos e todos por um” e a virtude de compartilhar os sofrimentos e ajudar nas dificuldades que predomina em toda a sociedade, pelo qual nosso regime demonstra uma força irresistível que outros não podem ter.

Graças a esse fundo estrutural, assim que se deu a resolução do Partido e do Governo de passar ao sistema antiepidêmico de emergência máxima, executou-se exaustivamente a medida de bloquear todo o país nas unidades conformadas por cidades e condados e isolar a nível das unidades de trabalho, produção e vida, implantou-se uma disciplina, ordem e temperamento ainda mais fortes e se pôde tomar a iniciativa estratégica na luta conseguinte.

As organizações do Partido e os órgãos do Poder foram mobilizados para prover de medicamentos e atender aos febricitantes nos postos militares e lares que se encontram nos confins mais distantes. Além disso, durante o bloqueio, foram criadas equipes móveis de serviço dedicadas a proporcionar aos habitantes o máximo de conforto possível. Estas são medidas que não podem ser imaginadas em outros regimes sociais.

Nesta ocasião, o caráter popular e a vitalidade do nosso sistema de saúde pública foram totalmente manifestados.

Embora seja frágil sua base material e técnica, funcionou com eficácia o nosso sistema de serviço sanitário que já tínhamos estabelecido, o que tornou possível cumprir com êxito a colossal tarefa contra a epidemia e de tratamento.

Com base nos sistemas mais avançados e populares como o zonal de médicos, o de primeiros socorros e de telemedicina, se averiguou diariamente o número de febricitantes e se efetuou o exame médico e foram realizados corretamente a quarentena e o tratamento, o que teve um grande efeito em estabilizar a situação antiepidêmica e erradicar a origem do contágio a nível nacional.

São os funcionários do setor antiepidêmico e sanitário que trabalharam e contribuíram mais para o triunfo nesta guerra.

Podemos afirmar que foram maiores o fardo e as penas desses camaradas que estão na linha de frente da perigosa luta contra a epidemia, ainda que esta seja a missão que assumem como profissionais.

Nossos soldados desse setor se sacrificaram sem hesitação na luta para preservar a vida do povo, tarefa que lhes foi confiada pelo Partido e pelo Estado. Ninguém deu um passo para trás ou se espantou e todos foram consequentes no cumprimento do dever.

O fervoroso amor humano, a infinita abnegação ao paciente, o alto senso de responsabilidade e a honradez em relação à tarefa revolucionária foram a força espiritual da qual se valeram para resistir e entregar-se por inteiro à batalha contra a doença maligna.

Na campanha de emergência máxima foram mobilizados a cada dia mais de 71.200 trabalhadores da saúde pública e 1.148.000 ativistas de higiene nas tarefas de checar moradores e outras pessoas de todo o país e detectar e restabelecer os febricitantes e participaram milhares de voluntários que antes haviam trabalhado no setor da saúde. Todos eles mostraram seu nobre espírito e fizeram enormes esforços.

Em especial, os combatentes do setor médico do Exército Popular, que foram enviados à capital por ordem especial da Comissão Militar Central do Partido, realizaram feitos excepcionais na frente para a defesa do povo.

Não pouparam esforços com a fervorosa fidelidade de responder de forma incondicional à confiança e à expectativa do Partido e com o infinito amor ao povo. Graças a isso, estabilizou-se o fornecimento de medicamentos na capital, a situação epidêmica mudou favoravelmente e, sobretudo, mantiveram-se a fé absoluta do povo no Partido e a valiosa tradição da unidade exército-povo permaneceram intactas.

Apraz-me muito que os combatentes deste setor tenham cumprido de modo impecável a ordem do Comitê Central do Partido trabalhando dia e noite e que os cidadãos da capital os considerem como benfeitores e membros da própria família.

Na recente crise, nosso país registrou uma mortalidade extraordinariamente baixa comparada com o número de contagiados, já que nossos funcionários antiepidêmicos e sanitários materializaram a todo custo as políticas do Partido e do Governo com seus esforços abnegados que ultrapassam o limite.

Em todo o país, dedicaram tudo de si aos seus afazeres, presentes em seus postos 24 horas por dia, embora isso implicasse uma carga dezenas de vezes mais pesada do que nos dias comuns.

Muitos destes soldados fiéis ao Partido e ao povo são médicos e enfermeiros que puseram toda a sua constância na assistência das famílias e pacientes encarregados, em vez de cuidar dos seus filhos e cônjuges, e que infundiram força e ânimo aos enfermos conseguindo-lhes os medicamentos que faltavam e entregando-lhes artigos de primeira necessidade.

Mais comoventes são os gestos daqueles que, colocando seu dever de protetor da vida humana antes de suas próprias doenças, esgotaram suas últimas energias para a vitória na guerra contra a epidemia e na recuperação dos pacientes.

Eles são autênticos trabalhadores sanitários e patriotas da nossa época, idênticos aos médicos e enfermeiros da frente durante a Guerra de Libertação da Pátria e aos soldados vermelhos da saúde pública da época de Chollima.

Nosso Partido e Governo têm sempre bem presentes a abnegação e os méritos dos combatentes que tanto no período da profilaxia de emergência máxima quanto em todos os dias que se seguiram ao início da guerra defenderam com total firmeza seus postos na frente, nas fronteiras e nas costas marítimas.

Delegados e membros de grupos de direção do Partido enviados à primeira linha da frente profilática pela ordem especial do Partido e do Governo, inumeráveis militares, funcionários da segurança pública e do Estado e combatentes da Guarda Vermelha Operário-Camponesa mobilizados na guarda para o bloqueio e interceptação, e integrantes de todos os postos profiláticos defenderam de forma hermética o cerco profilático com alta responsabilidade e senso de dever de que velam pelo bem-estar do Estado e do povo, suportando todo tipo de dificuldades sob o calor sufocante e chuvas torrenciais, fazendo, assim, uma grande contribuição para estabelecer o ambiente de observância das normas profiláticas em toda a sociedade.

O espírito de sacrifício manifestado pelos trabalhadores sanitários e combatentes da frente profilática no período antiepidêmico de emergência máxima será registrado com todo direito na história de luta do nosso Partido e nos anais da Pátria.

No mencionado período, a superioridade e a vitalidade do regime socialista ao nosso estilo tiveram sua expressão mais eloquente nas nobres virtudes e traços comunistas expostos pelo povo com maior intensidade.

Nos momentos críticos em que todo o país enfrentava a ameaça da doença maligna, a maior preocupação do Partido e do Governo eram a saúde de dezenas de milhões de habitantes e também os desconfortos e sofrimentos que deveriam experimentar inevitavelmente pelas intransigentes medidas de bloqueio e interceptação.

Por esta razão, o Comitê Central do Partido viu na virtude reinante na sociedade de se ajudar mutuamente nos tempos difíceis a chave da vitória na guerra contra a epidemia, por ser ela mais poderosa que qualquer dos últimos avanços da ciência médica, e exortou a toda sua militância e o povo a manifestar mais os belos traços comunistas, nossa arma mais potente.

São frequentes os belos gestos protagonizados por nosso povo que cultiva o coletivismo e a filantropia respirando-os como ar no colo do Partido e do sistema socialista, mas os acontecimentos emocionantes na guerra com a epidemia nos fazem perceber na própria pele o calor e o valor de nossa sociedade.

É uma pena que não possa enumerar todas as anedotas comoventes e todas as nobres pessoas.

Limitarei-me a citar alguns exemplos: operários e funcionários de uma fábrica trabalharam dia e noite para enviar remédios e alimentos aos doentes; uns destinaram toda sua fazenda doméstica para comprar artigos e enviá-los aos que se alojam em albergues e aos órfãos em creches e jardins infantis; e outros entregaram cereais, outros alimentos e artigos indispensáveis a famílias e vizinhos necessitados.

Homens tão generosos existem em todos os cantos do país como na capital, outras localidades, fábricas, vilas rurais e pesqueiras. E os encontramos em todos os estratos da sociedade, começando pelos respeitados veteranos de guerra, passando pelos trabalhadores comuns, as chefes de vizinhanças, as donas de casa e até os membros da União de Crianças.

Essas pessoas virtuosas pensam nos companheiros, nos vizinhos e no coletivo antes de si mesmas e se consagram a eles com toda sinceridade, embora elas mesmas passem fome. Seu mundo espiritual ilustra vividamente nossa sociedade de harmonia e laços humanos, cujo valor real não pode ser calculado com dinheiro ou outras riquezas.

Vendo este povo, o melhor do mundo, que professa a mesma ideia e compartilha os mesmos sentimentos com o Comitê Central do Partido e se dedica ao bem-estar do próximo, ganhei uma força incomparável e me foi motivo de grande alegria e orgulho. Também reafirmei a convicção de que com ele posso superar todas as adversidades e provações e alcançar infalivelmente a vitória.

Todo o país forma um corpo monolítico em torno do Partido e do Governo e se move em uníssono, enquanto a virtude e o afeto que se nutrem do coletivismo constituem um ambiente nacional. Tal é a superioridade singular do socialismo ao nosso estilo e seu poderio. Precisamente com ele pudemos superar sem dificuldade a crise epidêmica sem precedentes e sair com sucesso da guerra com a epidemia.

Representando o Comitê Central do Partido e o Governo da República, aprecio altamente os trabalhadores dos setores profilático e sanitário de todo o país que dedicaram toda sua força, inteligência e devoção para antecipar a vitória na contenda profilática de emergência máxima destinada a salvaguardar o bem-estar do Estado e do povo da crise sanitária de enormes proporções. E agradeço cordialmente a todos os militares, funcionários e trabalhadores que não pouparam esforços em defesa da fortaleza profilática e aos voluntários que deram a ajuda espiritual e material ao trabalho profilático.

Camaradas:

Saímos vitoriosos não só na frente da profilaxia de emergência, mas também na economia e nos trabalhos estatais como um todo.

A crise epidêmica que se somou à situação profilática de vários anos foi um grande obstáculo na vida estatal e social e na construção econômica, assim como uma calamidade que poderia desembocar em um verdadeiro caos, mas superamos tudo com tenacidade e, mantendo a normalidade, alcançamos o ritmo de desenvolvimento que havíamos previsto. Esta em si é uma grande vitória.

Ao proclamar a transição do trabalho profilático estatal para o sistema profilático de emergência máxima, nosso Partido confiou na indomável força espiritual e capacidade criadora do povo e decidiu travar a guerra contra a epidemia e impulsionar ininterruptamente os planos deste ano, tarefa que se materializou plenamente.

Na produção agrícola, tarefa econômica mais premente deste ano, realizamos satisfatoriamente e no devido tempo as tarefas de cultivo mais importantes.

A guerra profilática de emergência máxima começou na primavera, estação chave para o cultivo do ano, obstruindo diretamente a produção dos agricultores, com o qual se criou uma situação que tornou impossível a ajuda laboral programada do Estado durante a temporada mais atarefada que é a do transplante de broto de arroz.

Apesar de tudo, nossos agricultores, entusiasmados e determinados a cumprir a todo custo com sua responsabilidade e obrigação no primeiro ano da materialização do novo programa da revolução rural, exibiram um espírito inabalável, inimaginável nos tempos anteriores, e conseguiram o surpreendente êxito de vencer a febre e ao mesmo tempo cumprir com antecipação e por conta própria a enorme tarefa do transplante de brotos de arroz.

O fato estimulou em grande medida outros trabalhadores do país e a notícia alegrou a todos os que travavam uma renhida guerra contra a epidemia.

Todos os mobilizados na construção de obras importantes como as habitações na capital e a fazenda de estufas de Ryonpho impulsionaram de contínuo os planos mesmo nas condições difíceis ocasionadas pelas cada vez mais rigorosas exigências profiláticas e os tropeços no transporte de materiais, garantindo o término das obras no prazo fixado.

Nos setores da indústria básica como o metalúrgico, químico, elétrico, carbonífero e de máquinas, transporte ferroviário e indústria leve houve dificuldades duas vezes maiores na garantia da mão-de-obra e no fornecimento de materiais, mas cumpriram no fundamental os planos diários, decenais e mensais, de maneira que deram grandes passos em direção à meta anual evitando a estagnação do conjunto da economia.

Outro precioso êxito é ter agilizado os afazeres do Estado em seu conjunto, mesmo em meio à crise de emergência.

Os órgãos partidários, administrativos e econômicos e os setores judiciais, fiscais, de segurança pública e do Estado e da defesa nacional estabeleceram sem demora o sistema de trabalho em tempo de emergência conforme a ativação do sistema profilático de emergência máxima, encontraram imperfeições, deficiências e desvios e tomaram medidas pertinentes, acumulando, assim, experiências práticas que os ajudariam a trabalhar com flexibilidade e eficiência.

Particularmente, parece-me muito proveitoso que através da obediência incondicional às ordens do Partido e do Governo e do cumprimento cabal da política a favor do povo, os funcionários das organizações do Partido, dos órgãos do poder e outros setores e unidades tenham aprendido com sua própria ação como aplicar a primazia das massas populares e em que consiste o serviço incondicional ao povo.

Na repentina crise sanitária que acabamos de passar, descobrimos falhas e aprendemos lições em nosso trabalho, mas estes serão nossos recursos valiosos para enfrentar com sucesso outras eventualidades do futuro.

Em suma, são duas as lições que aprendemos.

Uma é a necessidade de continuar a manter a tensão máxima, sem permitir o mínimo descuido e frouxidão, à medida que o trabalho profilático se prolonga. E outra é que devemos construir completamente e a a todo custo a capacidade estatal de resposta a crises e a de quarentena.

De fato, de acordo com as regras e orientações profiláticas que mantivemos desde antes, era inteiramente possível neutralizar e suprimir na zona correspondente o aparecimento de febricitantes na frente do condado de Kumgang, ponto de partida da crise epidêmica.

No entanto, aconteceu o grave acontecimento de que a epidemia maligna, iniciada por duas pessoas, se introduzisse na capital e se propagasse a todo o país aproveitando o descuido e frouxidão no setor profilático.

O simples fato de terem se relaxado com a vanglória e o consolo de que não haveria nenhuma fenda pela qual pudesse se introduzir o vírus maligno, já que se tinham mobilizado dezenas de milhares de pessoas para estabelecer uma rede hermética de bloqueio na frente, nas fronteiras e nas costas marítimas, numa tentativa de criar uma conjuntura profilática de todo o povo, pode ter sido o autor do grave desafio e crise.

A vanglória, o relaxamento e a descrença foram os agentes importantes que nublaram a visão impedindo julgar corretamente a infiltração inicial da epidemia.

Se tivessem se atido mais à atitude de “e se” em vez da descrença, observado as anormalidades, por mais insignificantes que fossem, em relação direta com o destino do Estado, e desenvolvido com segurança o trabalho reagindo de imediato e mantendo a tranquilidade e responsabilidade ante contingências imprevistas, com toda certeza teriam podido evitar a propagação da epidemia em escala nacional.

O que sentimos com urgência através da recente guerra contra a epidemia é que se nos afastarmos do pensamento e da ação científicos e nos agarrarmos à atitude e método de trabalho formais e mecânicos, estamos condenados à derrota em todas as crises sanitárias que podem surgir no futuro.

Jamais devemos esquecer esta lição.

Além disso, no início da ativação do sistema profilático de emergência máxima, todos nos apercebemos de que, por não realizar o exame do vírus nem recorrer à tática de tratamento científico, com rapidez e precisão, houve perdas humanas que podíamos evitar com toda segurança, não pudemos controlar com rapidez a propagação da epidemia no interior do país e até rumores supersticiosos que criariam confusões na profilaxia e no tratamento foram difundidos.

Longe de reagir com iniciativa e flexibilidade analisando cientificamente a origem de todos os elos da cadeia profilática e calculando de antemão seus resultados, agarraram-se unicamente ao bloco físico e trabalharam mecanicamente, devido ao qual aumentaram o desconforto na vida do povo e a recessão econômica e tiveram que remediar o que podiam evitar de antemão.

Além disso, existem outros problemas, entre eles o de que nossa saúde e profilaxia, especificamente sua infraestrutura, capacidade tecnológica e preparação material não estão desenvolvidas conforme a política que nosso Partido e Estado têm mantido invariavelmente desde sua fundação nem estão preparadas para combater com agilidade a eventualidades imprevistas.

Cabe-nos sentir com dor o quão premente e imperiosa é a capacidade de reação indispensável do setor profilático e sanitário diante do aparecimento de febricitantes em diferentes partes do país, como já experimentamos.

Afinal, a capacidade profilática é a de defesa da segurança do Estado e da vida do povo.

Observando o que aconteceu até agora, podemos dividir em três as crises objetivas que exigem nossa consideração e previsão constantes enquanto desenvolvemos o Estado e aceleramos a construção socialista: a guerra, a epidemia e a calamidade natural. Estas são as três crises que devemos enfrentar com total responsabilidade pela existência e desenvolvimento do Estado e pelo bem-estar do povo.

Quanto à capacidade dissuasiva da guerra, nosso Partido e Estado dão-lhe prioridade há muito tempo e também preparam de maneira conscienciosa a capacidade de mobilização e as potencialidades para minimizar os danos de calamidade natural.

O maior problema é o fomento da capacidade profilática para enfrentar a crise sanitária mundial.

Daí que a Ⅴ Sessão Plenária do Ⅷ período do Comitê Central do Partido o apresentou como tarefa mais premente que temos pela frente.

As principais tarefas políticas relacionadas a isso já foram elaboradas e transmitidas, pelo que me limitarei a sublinhar alguns pontos em termos gerais.

Só porque cantamos a vitória na guerra contra a epidemia, não podemos dar por eliminado completamente o perigo de sua transmissão nem consumado o trabalho profilático de emergência do Estado.

Os meios de difusão massiva informam diariamente que a crise sanitária mundial e a da epidemia nas proximidades de nosso país ainda não puderam ser controladas e, portanto, é prematuro que nos despreocupemos e afrouxemos as medidas profiláticas.

Devido ao aparecimento contínuo em diferentes partes do mundo de mais de dez variantes, com maior capacidade de transmissão e evasão do sistema imunitário que a Ômicron furtiva que penetrou no nosso território, mas que apresentam um risco de severidade e uma mortalidade pouco diferentes, cresce a um ritmo acelerado o número dos contagiados e continua em ascensão o de mortos.

Para completar, com a propagação a dezenas de países da varíola do macaco de alta periculosidade se declarou a emergência de saúde pública de interesse internacional, enquanto a probabilidade de que surjam outras epidemias devido às mudanças climáticas inquieta a humanidade.

Tudo isto demonstra que não há nenhuma razão para que nos embriaguemos com os êxitos, nos vangloriemos e relaxemos e enfatiza a necessidade de continuarmos a intensificar a campanha profilática de emergência destinada a defender fidedignamente o bem-estar do Estado e do povo.

Incumbe-nos manter intacta a barreira profilática, consolidando os êxitos e a vitória alcançados na guerra com a epidemia e intensificar o trabalho profilático até que se ponha fim à crise sanitária mundial.

Antes de tudo, devemos prestar a devida atenção à manutenção da consciência profilática e ao aumento da vigilância de todo o povo.

As amplas massas são as protagonistas da campanha profilática e sua consciência decide a vitória ou a derrota nela. Daí a urgência de intensificar por todos os meios a divulgação e a educação, de modo que jamais se enfraqueça nem se atenue o ambiente profilático em toda a sociedade.

Para a vitória de amanhã, que será maior hoje do que a de hoje, devemos poupar a palavra “vitória” e focar na conscientização e na prática.

É provável que a celebração da vitória na guerra profilática de emergência máxima faça ressurgir inevitavelmente o relaxamento, a negligência e o descuido, pelo que as organizações partidárias e de trabalhadores, os setores administrativos e econômicos e os órgãos judiciais devem estar alertas e canalizar a força para manter o alto grau da consciência de profilaxia e crise.

Por mais intensas que sejam as divulgações e explicações antiepidêmicas, se forem repetidas diversas vezes, as pessoas ficarão entediadas e se tornarão insensíveis a elas.

Por isso, é preciso intensificar a campanha propagandística e ideológica destinada a consolidar substancialmente a consciência antiepidêmica e promover o cumprimento das normas preventivas, com base nos dados sobre as mudanças da situação profilática mundial e na análise da nossa.

Ao mesmo tempo, travar a luta organizacional, administrativa e jurídica contra as violações da orientação e da disciplina profiláticas, de maneira que nossa campanha antiepidêmica seja um trabalho certo, seguro e confiável, respaldado pela consciência das massas e pela confiável garantia legal.

É necessário, além disso, seguir destinado esforços para manter e consolidar as barreiras de profilaxia, de maneira que o vírus maligno não volte a se infiltrar em nosso território.

É importante reexaminar as múltiplas muralhas profiláticas na frente, nas fronteiras, nas costas, no mar e no ar e aperfeiçoar o bloqueio reforçando-as ou instalando novos bloqueios em atenção às características da variação da pandemia.

Deve ser dada atenção primordial a estimular e mobilizar ideologicamente os guardas encarregados do bloqueio e da interceptação e a criar-lhes ótimas condições de serviço e vida, de maneira que nosso posto avançado antiepidêmico seja perfeito nos aspectos ideológico, espiritual, operacional, tático e profilático e que mantenha o máximo nível no senso de responsabilidade e vigilância.

Como disse antes, acelerar a construção da capacidade profilática do Estado é uma das nossas tarefas importantes.

É grave a atual situação de emergência da saúde pública que inquieta a comunidade internacional e se prevê o devir periódico e repetitivo de outras crises sanitárias não menos agressivas.

Não há razão para estarmos tranquilos com a falsa crença de que não corremos o risco de que o pesadelo sanitário se repita.

Negligenciar ou atrasar a capacitação profilática, sob pretexto de termos saídos vitoriosos nessa guerra contra a epidemia ou porque é muito precária a situação atual, é um ato tolo que acarretará consequências irreparáveis.

Em vista da exigência do Partido de conceder primazia às massas populares, que é seu principal ideal político, da natureza de nosso sistema, que aprecia o homem mais do que tudo, e da amarga lição que nos ensinou a recente crise sanitária, nos é imperioso impulsionar a capacitação profilática até colocá-la sem falta no nível mundial.

Esta é a vontade inabalável do nosso Partido e Governo.

Sintetizaremos e sistematizaremos as políticas e orientações antiepidêmicas que aplicamos criativamente, assim como as experiências e lições que acumulamos e, com base nelas, continuaremos aprofundando a investigação dos problemas teóricos, práticos, científicos e técnicos que contribuam para aperfeiçoar nossa profilaxia como a mais avançada e popular.

Há que aperfeiçoar o sistema e a ordem profiláticos do Estado e impulsionar com previsão e senso de realidade a tarefa de preparar suficientes forças e meios materiais e técnicos.

Promover de forma planejada e sem demora a formação e capacitação de profissionais profiláticos, o desenvolvimento e a dotação de equipamentos de exame e medição científicos e a instalação por toda parte de instalações de quarentena são tarefas que exigem uma abordagem especial.

Tal como assinalei, deve-se acelerar a modernização e ampliação de laboratórios de medicamentos Coryo e outros fármacos e fábricas de aparelhos médicos em distintas partes do país e, ao mesmo tempo, a instalação de novas fábricas de artigos de consumo médicos e de utensílios profiláticos.

Deve-se realizar substancialmente e por etapas a modernização de todos os hospitais do país e a padronização de farmácias para um nível maior nos serviços médicos.

Desta forma, conseguiremos que nosso povo seja feliz desfrutando de uma longa vida e boa saúde graças aos benefícios reais e à proteção do melhor sistema de saúde e antiepidêmico no melhor regime socialista

Camaradas:

No cumprimento das colossais tarefas políticas enfrentadas pelos setores antiepidêmico e sanitário, é muito importante o papel dos soldados vermelhos do Partido que são seus encarregados diretos.

Passando, desta vez, pela maior crise sanitária e testemunhando os trabalhadores profiláticos e sanitários consagrarem-se às suas tarefas, nosso povo teve uma nova percepção deles e se convenceu de que são defensores do melhor regime no mundo e protetores fidedignos de sua vida.

Guardarão esta confiança e avaliação do povo como riqueza mais preciosa que não se pode trocar por nada do mundo e redobrarão o esforço para continuar correspondendo-lhe.

Devem ser verdadeiros comunistas que encarnam a ilimitada fidelidade à missão dada pelo Partido, o caloroso amor humano e a devoção aos pacientes e que sabem se dedicar de corpo e alma para manifestar plenamente a superioridade do nosso regime com as suas ações de prevenção e tratamento.

Camaradas:

Mais uma vez nos fortalecemos no meio das provações. Quanto mais desafios e dificuldades enfrentarmos, tanto mais fortes seremos vencendo-os com coragem.

Há exatamente três meses atrás, quando a notícia da penetração do vírus em nosso território foi anunciada, ninguém imaginou que um dia como hoje chegaria tão rapidamente.

Com ilimitada lealdade ao Partido e indomável vontade de superar sorrindo qualquer provação, o povo pôs-se em pé de guerra confiando apenas nessa organização reitora. Por ter um povo tão bom e a força de sua unidade monolítica, pudemos avançar para uma vitória maior, tomando a crise sanitária não como um revés de desespero e frustração, mas como uma oportunidade de desenvolvimento e salto.

Agradeço sinceramente a confiança e encorajamento de nosso povo que sempre me infunde uma força e coragem inesgotáveis e reafirmo minha decisão de lutar de novo e de novo dando minha vida sem hesitação alguma se for pelo bem-estar e felicidade desse povo tão maravilhoso.

Colocando em pleno jogo as nossas espantosas potencialidades que se manifestaram ultimamente, devemos travar uma enérgica luta para alcançar maiores êxitos não só na frente antiepidêmica mas também em todos os outros setores da construção socialista.

Se ativarmos e engrandecermos ainda mais a indomável força espiritual de nosso povo que superou com audácia a pior crise da história, conquistaremos com êxito não só as metas desse ano, mas também as metas do Plano Quinquenal apresentadas no Ⅷ Congresso do Partido.

Com a firme confiança e otimismo em nossa luta e no futuro, garantamos todos a segurança do Estado e do povo e aceleremos com vigor a causa histórica do desenvolvimento integral do socialismo ao estilo coreano.

Por fim, gostaria de aproveitar esta oportunidade para estender mais uma vez minhas reverentes saudações ao mais respeitado e amado povo.

Desejo veementemente a boa saúde de todos e a paz nos lares de todo o país.

Viva o nosso grande povo!

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