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Coreia faz disparo do Hwasongpho-18 em resposta a recentes hostilidades estadunidenses e sul-coreanas

Pyongyang, 19 de dezembro (ACNC) — A ameaça militar anti-RPDC das forças hostis, que persistiu durante todo o ano, torna-se mais aberta e perigosa até este momento de dezembro, último mês do ano em curso. Diante desta situação séria, a Comissão Militar Central do Partido do Trabalho da Coreia deu a ordem de tomar uma forte contramedida de advertência.

No dia 15, os EUA e os gângsteres militares da República da Coreia, realizaram em Washington a segunda reunião do “grupo consultivo nuclear” onde defenderam o “fim do regime” da RPDC e expuseram abertamente a intenção de realizar os simulacros conjuntos de grande porte para o “golpe de retaliação nuclear” à RPDC.

O desespero dos inimigos que expõem ao mundo inteiro a preocupante perspectiva de segurança da Península Coreana e região para o próximo ano produz a forte indignação e vontade de retaliação intransigente do governo e das forças armadas da RPDC.

Desde janeiro deste ano, os inimigos vieram agravando de modo intencional a situação regional ao ampliar e executar os exercícios militares de diferentes tamanhos contra a RPDC quebrando a cada mês os recordes passados. E já desde agora anunciam abertamente os planos de ensaios bélicos com forte caráter agressivo a serem detalhados mais no próximo ano.

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A situação atual evidencia a viciosa postura conflitiva dos EUA e seus lacaios fiéis cheios da inata e crônica ambição agressiva que nunca mudaria e prenuncia o ominoso indício da destruição total do ambiente de segurança da Península Coreana.

Os EUA converteram a região da Península Coreana numa base de concentração geral de propriedades estratégicas nucleares norte-americanas ao introduzir a todo momento os armamentos nucleares inclusive os bombardeiros estratégicos nucleares, os submarinos supergrandes de propulsão nuclear e os porta-aviões nucleares. Insatisfeito com isso, ameaça mais severamente o ambiente de segurança da RPDC e a região com suas ações extremamente provocativas de voltar a introduzir no dia 17 na Península Coreana o submarino de propulsão nuclear “Missouri”.

Devido à loucura conflitiva dos EUA e seus lacaios militares que pioram a situação entrando e saindo à sua vontade da Península Coreana, o território da RPDC e as zonas limítrofes se colocam dia a dia em grave perigo e os interesses de segurança da RPDC são gravemente infringidos. Tal realidade séria exige com urgência que a RPDC tome inevitavelmente uma ação mudada, ou seja, a reação mais ofensiva.

Segundo a resolução da CMC do PTC de neutralizar com forte advertência de ação as ameaças militares intencionais e planejadas de caráter conflitivo dos inimigos, teve lugar o exercício de lançamento do ICBM tipo Hwasongpho-18 como uma importante ação militar orientada a dar a conhecer claramente aos inimigos a vontade de retaliação esmagadora e o poder sem paralelo das forças armadas estratégicas nucleares da RPDC.

O estimado camarada Kim Jong Un, Secretário-Geral do PTC e Presidente dos Assuntos Estatais da RPDC, presenciou em campo o exercício de lançamento da unidade de ICBM.

Acompanharam-no os comandantes da Direção-Geral de Míssil da RPDC.

O treinamento teve como seu objetivo verificar o estado de guerra do dissuasivo de guerra nuclear da RPDC e confirmar sua mobilidade, combatividade e credibilidade.

Antes de tudo, o Secretário-Geral averiguou o estado de preparação na área de espera para o lançamento e ouviu o plano de ensaio.

Quando aprovou o lançamento do armamento estratégico no posto central de comando, o general do exército Jang Chang Ha, titular da Direção acima citada, deu a ordem correspondente à Companhia Bandeira Vermelha Nº 2.

No instante, subiu ao céu deixando para trás uma detonação estrondosa e uma coluna de fogo o corpo gigantesco carregado da vontade absoluta de desferir um duro golpe de represália impiedosa às forças hostis desesperadas pela confrontação nuclear anti-RPDC.

O míssil voou uma distância de 1.002,3㎞ em 4.415s alcançando a máxima altitude de 6.518,2㎞ e atingiu com precisão o alvo estabelecido nas águas internacionais do Mar Leste da Coreia.

O lançamento não afetou em nada a segurança dos países vizinhos.

Através do exercício, foram avaliadas a combatividade da unidade de ICBM e confirmados mais uma vez o estado de reação rápida das forças armadas estratégicas da RPDC e a confiabilidade dos meios de ataque principal estratégico mais poderosos de nossas forças militares.

O Secretário-Geral ficou muito satisfeito com o resultado do treinamento, qualificando-o como uma demonstração material da formidável força de ataque das forças armadas estatais e do estado atual e confiabilidade do dissuasivo de guerra nuclear.

Demos um claro sinal às forças hostis que, apesar das nossas reiteradas advertências e condenações, levam ao extremo de maneira frenética até o final deste ano a histeria de confrontação militar anti-RPDC que vieram fomentando durante todo o ano — assinalou. Continuou que o ensaio serviu de motivo claro para dar a conhecer com que ações está preparada rapidamente a RPDC e que opção tomará quando Washington tentar tomar uma decisão errada contra a RPDC. Acentuou que também demonstrou claramente mais uma vez a vontade de reação intransigente da RPDC e sua força absoluta e prosseguiu:

Não se abaterá por si só a ambição conflituosa dos imperialistas norte-americanos e suas forças seguidoras.

Jamais ficaremos de braços cruzados diante das imprudentes e irresponsáveis ameaças militares de toda índole dos inimigos que abalam a paz e segurança da região da Península Coreana, e é necessário optar pelo modo mais avançado e ameaçador e responder fortemente com as ações mais ofensivas se os inimigos continuarem com as opções errôneas.

Após presenciar o treinamento, o Secretário-Geral apresentou novamente algumas tarefas importantes para o desenvolvimento acelerado das forças armadas estratégicas nucleares da RPDC.

O aumento constante do potencial de defesa nacional e a reação esmagadora são a orientação revolucionária invariável e rumo de luta da RPDC que não se deve ceder nem um pouco pela defesa da dignidade, do poder e dos interesses estatais. E as forças combativas estratégicas nucleares da RPDC continuarão completando o estado de confronto militar mais exato e seguro para controlar quaisquer crises militares e de guerra que chegarão a qualquer momento.

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